quinta-feira, 16 de abril de 2009

Polêmica - Ciência x Religião: O limite da Engenharia Genética na Ética Profissional

Embriões excedentários eliminados se não forem doados

Lei estabelece período de três anos para a criopreservação

:: 2009-03-19

Findo o período, embriões serão descongelados e eliminados
Findo o período, embriões serão descongelados e eliminados
Os embriões excedentários resultantes de tratamentos de infertilidade que estiverem congelados deverão ser eliminados ao fim de três ou seis anos, caso os pais não os tenham doado a outros casais ou para investigação, recomenda o órgão consultivo do governo para esta matéria.

O destino para os embriões criopreservados (congelados) que se encontram nos centros de Procriação Medicamente Assistida (PMA) não está devidamente definido na legislação sobre esta área, que data de 2006.


A “omissão” levou o Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) a fazer uma recomendação, no sentido de serem estabelecidas orientações para este material genético.

No relatório das suas actividades desde que foi criado, em 2007, o CNPMA explica que a legislação em vigor “é omissa quanto ao destino a dar aos embriões excedentários, para os quais não haja projecto parental, nem consentimento para que possam ser doados a outro casal, depois de ultrapassado o prazo máximo de três anos”.

Num documento, o Conselho defende que, nos casos em que “o casal, ou algum dos seus membros, não consinta a doação de embriões excedentários para terceiros, nem a sua utilização para fins científicos, findo o período máximo de três anos previsto na Lei, os embriões serão descongelados e eliminados”.

Nos casos em que o casal consinta na doação dos embriões para outro casal e/ou para fins de investigação científica, mas que não surja um casal receptor, nem projectos de investigação durante os três anos previstos para a criopreservação, o Conselho deliberou no sentido de “acrescentar a alternativa da descongelação e eliminação dos embriões”.

Nova responsabilidade

Contudo, e tendo em conta que a lei “estabelece claramente um período máximo de três anos para a criopreservação de embriões” e que “parece decorrer que, findo esse prazo, os embriões deverão ser descongelados e eliminados”, o organismo acha que “não é, todavia, suficientemente claro que essa é a intenção do legislador”.

Contra a incerteza, que “nestas matérias é particularmente indesejável”, o CNPMA propõe que se legisle por forma a permitir que, a pedido dos casais beneficiários e em situações muito particulares, devidamente justificadas, os directores dos centros possam assumir "a responsabilidade de alargar o prazo de criopreservação dos embriões por um novo período de três anos”.

O CNPMA propõe que se legisle para, decorrido o segundo período de três anos previsto na lei - e não obstante a autorização do casal doador - “os embriões que não sejam utilizados em benefício de um outro casal ou em projecto de investigação científica devidamente autorizado, possam ser descongelados e eliminados, por determinação do director do centro”.

Artigo da Revista CIÊNCIA HOJE

Genes colocam coração no lado esquerdo

Os Nodal ajudam à localização adequada do órgão

:: 2008-11-04

Nodal ajudam a criar a assimetria necessária
Nodal ajudam a criar a assimetria necessária
Uma equipa de investigadores da Universidade de Harvard de que faz parte a portuguesa Inês Baptista conseguiu identificar os genes e as interacções celulares envolvidos no posicionamento correcto do coração no lado esquerdo do corpo. A descoberta, divulgada numa edição especial da revista britânica Development Dynamics, permite compreender melhor o desenvolvimento embrionário do coração e abre caminho a que um dia se possam evitar casos de anomalias cardíacas congénitas.


"Embora o nosso corpo e o de todos os vertebrados seja simétrico no exterior, no seu interior existe assimetria", explicou a primeira autora do estudo, a investigadora portuguesa Inês Baptista, que está a fazer doutoramento na Universidade de Harvard (Reino Unido). "Os órgãos internos, tais como o coração, o intestino ou o pâncreas são assimétricos na sua forma e na maneira como estão distribuídos na cavidade abdominal, estando uns do lado esquerdo e outros do lado direito", acrescentou.

Porém, regista-se uma elevada morbidez e mortalidade associadas a problemas relacionados com um posicionamento incorrecto do coração, nomeadamente com a lateralidade esquerda-direita, que se devem a defeitos congénitos complexos. Esta incidência, como refere a investigadora, indica que o coração "é extremamente susceptível a alterações no estabelecimento da assimetria durante o desenvolvimento do embrião logo nos primeiros passos da sua formação".

Esta equipa de investigadores mostrou que há um conjunto de genes, chamados Nodal, que garantem que o coração tenha a assimetria correcta, indispensável ao seu bom funcionamento. "Para isso, os Nodal dão instruções às células sobre a velocidade a que estas se devem mover e em que direcção devem ir", afirmou Inês Baptista. "Esses genes são expressos no embrião só no lado esquerdo e fazem com que o coração vá para o lado esquerdo".

No estudo, Inês Baptista, Alexander Schier e colegas da Universidade de Harvard analisaram a expressão dos genes Nodal durante o desenvolvimento do coração do peixe zebra. Para isso, usaram um potente microscópio para filmar em tempo real esse desenvolvimento em embriões de peixe zebra modificados para exprimir a proteína florescente verde nas células musculares do coração.

Com este marcador luminoso e sendo o embrião transparente, foi possível seguir as células individualmente à medida que o coração se foi desenvolvendo, determinando assim a influência dos referidos genes no processo. Ao compararem então animais com ou sem genes Nodal activos, os investigadores constataram que esses genes regulam a velocidade e a direcção daquelas células e, não estando a funcionar, que essas células se deslocam de forma mais lenta e irregular, e perdem o seu comportamento assimétrico, levando o coração a colocar-se numa posição simétrica, ou seja, no meio do corpo.

Licenciada em Biologia pela Universidade de Lisboa em 2002, Inês Baptista foi seleccionada no ano seguinte para o programa Gulbenkian de Doutoramento em Biomedicina e foi nesse âmbito que desenvolveu esta investigação, primeiro no Instituto Gulbenkian de Ciência e depois no laboratório de Alexander Schier na Universidade de Nova Iorque e na Universidade de Harvard.

Escreve actualmente a sua tese de doutoramento, que defenderá na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

TEXTO INTERESSANTE SOBRE A DEFINIÇÃO DE UMA ARMA BIOLÓGICA




Cepa de Microorganismos de potencial Bélico - Biológico


Uma arma biológica pode ser constituída por microorganismos patogênicos: bactérias, vírus, fungos ou por toxinas elaboradas por um desses agentes, tendo elas algum efeito direto sobre o organismo humano ou indireto, fazendo uso da contaminação pretendida atingindo animais ou vegetais que irão causar efeitos nocivos ao homem.

Os interesses que levam à confecção de uma arma biológica podem ser diversos: territoriais, políticos ou religiosos, envolvendo diferentes etnias, a confecção de armas microbiológicas para assegurar o potencial bélico utiliza diferentes meios para dissipar a destruição da população nos campos ou nas cidades, pelo ar, pela água ou através dos alimentos.

Para tal empreendimento de poder e morte é despendido vultosas cifras no desenvolvimento de arsenais bioquímicos, haja vista as grandes descobertas genéticas em laboratórios ocultos, cultivando uma quantidade grandiosa de terror, incapacitando dezenas de organismos: homens, mulheres e crianças, combatentes ou não, seres humanos.

No organismo, o contágio é facilitado pelo acesso e instalação do agente ou inalação / ingestão de toxina através de vias que proporcionam maior eficácia letal. Essas vias geralmente são: as vias respiratórias, digestivas e cutânea. Funcionando como portas que não resistirão ao ataque deste micro-avassalador arsenal.

Alguns exemplos de armas biológicas utilizadas e supostamente manipuladas durante a história e as conhecidas nos dias atuais são: Bacillus anthracis que causa a doença denominada carbúnculo; Clostridium botulinum, bacilo encontrado na água ou nos alimentos; Orthopoxvirus, vírus da varíola; Ébola, febre infecciosa hemorrágica.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Promover o Reflorestamento Econômico é uma das Formas de se Preservar as Florestas Nativas



Plantio de Eucalyptus grandis com 25 anos, em fase final, na área da Klabin - Telêmaco Borba

VÍDEO DA SEMA - PR

BELÍSSIMO VÍDEO REFERENTE A ETOLOGIA DE ESPÉCIE DE AVE PARANAENSE. APRECIEM E COMENTEM...

quarta-feira, 8 de abril de 2009

RIO TIBAGI


Rio Tibagi correndo na fenda tectônica, entre morro do Taff, na margem direita e Serra Grande margem esquerda - Divisa entre os Municípios de São Jerônimo da Serra e Ortigueira.

FAMÍLIA DAS ORQUIDÁCEAS


Uma das mais belas espécies de Orquidáceas Epífetas da Região de Congonhinhas - Norte do Estado

Salto das Orquídeas







BELO AMBIENTE DA FLORESTA SEMIDECÍDUA E FLORESTA OMBRÓFILA MISTA NA TRANSIÇÃO DOS SEGUNDO E TERCEIRO PLANALTO PARANAENSE

Olha que imagens do Guartelá, formação Furnas, no Vale escavado do Rio Iapó














DIVISA ENTRE CASTRO E TIBAGI