quinta-feira, 16 de abril de 2009

Reportagem da CNN.com/technology

By Doug Gross
CNN
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(CNN) -- With the exception of that come-from-behind win over an overconfident hare, turtles and racing have never really been a very good match.

Leatherback tortoises can grow to weigh more than 2,000 pounds. Scientists are using satellite tracking devices to try to make the turtles' migration safer.

Leatherback tortoises can grow to weigh more than 2,000 pounds.

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But with the help of some high-tech tracking devices, a fan-friendly Web site and a little star power, conservation officials are hoping a contest among 11 leatherback tortoises will raise awareness, and some money, for the critically endangered species.

The Great Turtle Race, in which the turtles paddle 3,700 miles from their feeding grounds off the coast of Nova Scotia to the Caribbean -- where they breed and nest -- begins Thursday.

It's a trek that would only qualify as a sprint by the very relaxed standards of turtles that can grow bigger than 2,000 pounds.

The two-week online race is actually a simulation of a journey the turtles have already made -- taking between 4½ and six months.

"What we're hoping to do these next two weeks is have as many people as we possibly can come to the Web site, get involved in the race and have some fun with it," said Rod Mast, vice president of Conservation International, which is sponsoring the race along with National Geographic and the Canadian Sea Turtle Network.

The largest turtles on Earth, leatherbacks once were plentiful in every ocean but the Arctic and Antarctic. While their population in the Atlantic Ocean is believed to be stable, other populations, including those in the Pacific, are dwindling dramatically.

Threats to the leatherbacks include accidental capture by fishing boats and development on beaches where they nest. They feed almost exclusively on jellyfish, and many have accidentally swallowed plastic bags dumped into the ocean, Mast said.

Enter the satellite tracking devices, which scientists are using to try to make the turtles' migration safer.

"The tracking devices provide very important information -- to protect the turtles you have to know where they are and when they are there," Mast said. "But the technology is expensive."

That's where the Great Turtle Race comes in. While raising awareness, the race lets companies, schools and celebrities pay to sponsor one of the reptilian racers.

This year, rock bands R.E.M. and Pearl Jam have both sponsored a turtle. (One of the turtles mentioned on the Web site, http://animals.nationalgeographic.com/animals/article/greatturtlerace.html, is named Nightswimmer -- presumably a reference to R.E.M.'s song "Nightswimming.")

Olympic swimmers, including gold medallists Janet Evans, Jason Lezak and Eric Shanteau, will act as "coaches" for the contestants and Olympian-turned-analyst Rowdy Gaines will be calling the race on the Web site.

Gaines and Pearl Jam guitarist Stone Gossard will be among the participants in a Wednesday teleconference to kick off the contest -- during which the celebrities will be blogging on the site.

Organizers say they're open to at least one more last-minute addition.

In the 2007 race, a plucky competitor named Stephanie Colburtle by student researchers caught the attention of her namesake -- Comedy Central talk-show host and shameless self-promoter Stephen Colbert.

Colbert, whose tongue-in-cheek public-relations coups have included having a Virgin America airplane and a flavor of Ben and Jerry's ice cream named after him, followed the exploits of his "adopted daughter" on his nightly show.

This year, perhaps not coincidentally, there is an unsponsored turtle named Esteban -- the Spanish version of Stephen.

"If he decided to join in late, we've got a turtle with his name -- almost," Mast said.

Polêmica - Ciência x Religião: O limite da Engenharia Genética na Ética Profissional

Embriões excedentários eliminados se não forem doados

Lei estabelece período de três anos para a criopreservação

:: 2009-03-19

Findo o período, embriões serão descongelados e eliminados
Findo o período, embriões serão descongelados e eliminados
Os embriões excedentários resultantes de tratamentos de infertilidade que estiverem congelados deverão ser eliminados ao fim de três ou seis anos, caso os pais não os tenham doado a outros casais ou para investigação, recomenda o órgão consultivo do governo para esta matéria.

O destino para os embriões criopreservados (congelados) que se encontram nos centros de Procriação Medicamente Assistida (PMA) não está devidamente definido na legislação sobre esta área, que data de 2006.


A “omissão” levou o Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) a fazer uma recomendação, no sentido de serem estabelecidas orientações para este material genético.

No relatório das suas actividades desde que foi criado, em 2007, o CNPMA explica que a legislação em vigor “é omissa quanto ao destino a dar aos embriões excedentários, para os quais não haja projecto parental, nem consentimento para que possam ser doados a outro casal, depois de ultrapassado o prazo máximo de três anos”.

Num documento, o Conselho defende que, nos casos em que “o casal, ou algum dos seus membros, não consinta a doação de embriões excedentários para terceiros, nem a sua utilização para fins científicos, findo o período máximo de três anos previsto na Lei, os embriões serão descongelados e eliminados”.

Nos casos em que o casal consinta na doação dos embriões para outro casal e/ou para fins de investigação científica, mas que não surja um casal receptor, nem projectos de investigação durante os três anos previstos para a criopreservação, o Conselho deliberou no sentido de “acrescentar a alternativa da descongelação e eliminação dos embriões”.

Nova responsabilidade

Contudo, e tendo em conta que a lei “estabelece claramente um período máximo de três anos para a criopreservação de embriões” e que “parece decorrer que, findo esse prazo, os embriões deverão ser descongelados e eliminados”, o organismo acha que “não é, todavia, suficientemente claro que essa é a intenção do legislador”.

Contra a incerteza, que “nestas matérias é particularmente indesejável”, o CNPMA propõe que se legisle por forma a permitir que, a pedido dos casais beneficiários e em situações muito particulares, devidamente justificadas, os directores dos centros possam assumir "a responsabilidade de alargar o prazo de criopreservação dos embriões por um novo período de três anos”.

O CNPMA propõe que se legisle para, decorrido o segundo período de três anos previsto na lei - e não obstante a autorização do casal doador - “os embriões que não sejam utilizados em benefício de um outro casal ou em projecto de investigação científica devidamente autorizado, possam ser descongelados e eliminados, por determinação do director do centro”.

Artigo da Revista CIÊNCIA HOJE

Genes colocam coração no lado esquerdo

Os Nodal ajudam à localização adequada do órgão

:: 2008-11-04

Nodal ajudam a criar a assimetria necessária
Nodal ajudam a criar a assimetria necessária
Uma equipa de investigadores da Universidade de Harvard de que faz parte a portuguesa Inês Baptista conseguiu identificar os genes e as interacções celulares envolvidos no posicionamento correcto do coração no lado esquerdo do corpo. A descoberta, divulgada numa edição especial da revista britânica Development Dynamics, permite compreender melhor o desenvolvimento embrionário do coração e abre caminho a que um dia se possam evitar casos de anomalias cardíacas congénitas.


"Embora o nosso corpo e o de todos os vertebrados seja simétrico no exterior, no seu interior existe assimetria", explicou a primeira autora do estudo, a investigadora portuguesa Inês Baptista, que está a fazer doutoramento na Universidade de Harvard (Reino Unido). "Os órgãos internos, tais como o coração, o intestino ou o pâncreas são assimétricos na sua forma e na maneira como estão distribuídos na cavidade abdominal, estando uns do lado esquerdo e outros do lado direito", acrescentou.

Porém, regista-se uma elevada morbidez e mortalidade associadas a problemas relacionados com um posicionamento incorrecto do coração, nomeadamente com a lateralidade esquerda-direita, que se devem a defeitos congénitos complexos. Esta incidência, como refere a investigadora, indica que o coração "é extremamente susceptível a alterações no estabelecimento da assimetria durante o desenvolvimento do embrião logo nos primeiros passos da sua formação".

Esta equipa de investigadores mostrou que há um conjunto de genes, chamados Nodal, que garantem que o coração tenha a assimetria correcta, indispensável ao seu bom funcionamento. "Para isso, os Nodal dão instruções às células sobre a velocidade a que estas se devem mover e em que direcção devem ir", afirmou Inês Baptista. "Esses genes são expressos no embrião só no lado esquerdo e fazem com que o coração vá para o lado esquerdo".

No estudo, Inês Baptista, Alexander Schier e colegas da Universidade de Harvard analisaram a expressão dos genes Nodal durante o desenvolvimento do coração do peixe zebra. Para isso, usaram um potente microscópio para filmar em tempo real esse desenvolvimento em embriões de peixe zebra modificados para exprimir a proteína florescente verde nas células musculares do coração.

Com este marcador luminoso e sendo o embrião transparente, foi possível seguir as células individualmente à medida que o coração se foi desenvolvendo, determinando assim a influência dos referidos genes no processo. Ao compararem então animais com ou sem genes Nodal activos, os investigadores constataram que esses genes regulam a velocidade e a direcção daquelas células e, não estando a funcionar, que essas células se deslocam de forma mais lenta e irregular, e perdem o seu comportamento assimétrico, levando o coração a colocar-se numa posição simétrica, ou seja, no meio do corpo.

Licenciada em Biologia pela Universidade de Lisboa em 2002, Inês Baptista foi seleccionada no ano seguinte para o programa Gulbenkian de Doutoramento em Biomedicina e foi nesse âmbito que desenvolveu esta investigação, primeiro no Instituto Gulbenkian de Ciência e depois no laboratório de Alexander Schier na Universidade de Nova Iorque e na Universidade de Harvard.

Escreve actualmente a sua tese de doutoramento, que defenderá na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

TEXTO INTERESSANTE SOBRE A DEFINIÇÃO DE UMA ARMA BIOLÓGICA




Cepa de Microorganismos de potencial Bélico - Biológico


Uma arma biológica pode ser constituída por microorganismos patogênicos: bactérias, vírus, fungos ou por toxinas elaboradas por um desses agentes, tendo elas algum efeito direto sobre o organismo humano ou indireto, fazendo uso da contaminação pretendida atingindo animais ou vegetais que irão causar efeitos nocivos ao homem.

Os interesses que levam à confecção de uma arma biológica podem ser diversos: territoriais, políticos ou religiosos, envolvendo diferentes etnias, a confecção de armas microbiológicas para assegurar o potencial bélico utiliza diferentes meios para dissipar a destruição da população nos campos ou nas cidades, pelo ar, pela água ou através dos alimentos.

Para tal empreendimento de poder e morte é despendido vultosas cifras no desenvolvimento de arsenais bioquímicos, haja vista as grandes descobertas genéticas em laboratórios ocultos, cultivando uma quantidade grandiosa de terror, incapacitando dezenas de organismos: homens, mulheres e crianças, combatentes ou não, seres humanos.

No organismo, o contágio é facilitado pelo acesso e instalação do agente ou inalação / ingestão de toxina através de vias que proporcionam maior eficácia letal. Essas vias geralmente são: as vias respiratórias, digestivas e cutânea. Funcionando como portas que não resistirão ao ataque deste micro-avassalador arsenal.

Alguns exemplos de armas biológicas utilizadas e supostamente manipuladas durante a história e as conhecidas nos dias atuais são: Bacillus anthracis que causa a doença denominada carbúnculo; Clostridium botulinum, bacilo encontrado na água ou nos alimentos; Orthopoxvirus, vírus da varíola; Ébola, febre infecciosa hemorrágica.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Promover o Reflorestamento Econômico é uma das Formas de se Preservar as Florestas Nativas



Plantio de Eucalyptus grandis com 25 anos, em fase final, na área da Klabin - Telêmaco Borba

VÍDEO DA SEMA - PR

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BELÍSSIMO VÍDEO REFERENTE A ETOLOGIA DE ESPÉCIE DE AVE PARANAENSE. APRECIEM E COMENTEM...